Black Friday, mais que uma sexta.

Promessas de super descontos, ofertas imperdíveis, sites fora do ar, filas a perder de vista. Esse é o cenário de uma das datas mais importantes para o comércio mundial, a Black Friday.

Tradicionalmente associada ao maior dia de compras americano, a Black Friday sempre acontece após o Dia de Ação de Graças. Estima-se que sua origem tenha sido entre as décadas de 1950 e 1960, embora o termo “Black Friday” tenha sido sinônimo de crise na Bolsa de Valores, em consequência de um episódio em que dois especuladores, Jay Gould e James Fisk, tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Nova York.

Nos Estados Unidos, essa data é reconhecida por economia e descontos agressivos, resultado de sobras de estoque do feriado do dia anterior e o recolhimento de impostos que acontece somente após a venda, cerca de 8% a 11%.

O sucesso da Black Friday brilhou os olhos do mundo inteiro e muitos países aderiram à moda, inclusive o Brasil, que fez sua estreia em 2010.

A grande questão é que, no Brasil, além de não ser popularmente comemorado o feriado de Ação de Graças, a Black Friday ganhou fama não pelos descontos, mas pela maquiagem de preços. Resumidamente, “tudo pela metade do dobro”. Esse embaraçoso cenário se tornou um desafio para os lojistas que, aos poucos, tentam melhorar essa perspectiva.

Às portas de sua 8a edição, diferentes medidas estão sendo tomadas para promover o crescimento da BF. A expectativa, segundo dados do E-bit, divulgados durante o Seller Day, é de aumento em 15% das vendas. Entre as categorias mais visadas, estão os eletrônicos, artigos de telefonia e celular, cosméticos e moda.

Bem diferente dos Estados Unidos, os impostos brasileiros para os produtos comercializados vão de 10% a 45%, com recolhimento desde a sua produção, se tornando um dos fatores que impedem que grandes descontos cheguem efetivamente ao consumidor final.

A principal dica para os varejistas, além de trabalhar para transformar a reputação da BF nacional, é apostar em qualidade e experiência de compra. É importante que os vendedores estejam bem treinados para atender os clientes e transmitir da melhor forma as funcionalidades dos produtos à venda. A ideia é que a Black Friday não seja apenas para aumentar o volume de compras em apenas um dia, mas que seja um fator de fidelização com os clientes.

O treinamento corporativo de qualidade alavanca resultados efetivos como esse da expectativa de fidelização. Além de ser uma medida totalmente necessária para empresas que querem, não somente se manter no mercado, mas se destacar entre a concorrência e obter uma receita ainda mais atrativa. A motivação correta e qualificação técnica para gestores e pessoas que estão na linha de frente da força de vendas são o segredo para superar as metas e objetivos.

Caso sua empresa queira gerar resultados, muito mais relevantes que somente na Black Friday, entre em contato com a Ideale e faça as coisas acontecerem. Separamos condições exclusivas para quem quer inovar em 2019.

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